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De Afonso Reis Cabral a 22 de Fevereiro de 2007 às 22:35
A demissão de Alberto João Jardim não trará benefícios nem malefícios à Madeira. A Lei das Finanças Regionais logicamente manter-se-á, ou seja, a Madeira terá mais dificuldades em lidar com o seu outrora folgado orçamento. Assim, Alberto João Jardim não se demite pelos interesses dos madeirenses, mas sim pelas próprias ambições.
Jardim deu um passo atrás para depois dar dois à frente.
Recandidatando-se agora, Alberto João Jardim ganhará provavelmente por larga maioria, cenário já menos possível em 2008, quando os madeirenses começarem a sentir na pele os efeitos de uma politica necessariamente mais contida e restritiva.
Na verdade, o sempiterno Presidente da Madeira jogou bastante bem com os dados que tinha, embelezando (ou não…) a sua estratégia com o seu acalorado discurso, estilo muito próprio que tem vindo a aperfeiçoar, ou seja, que tem vindo a tornar cada vez mais barroco.
Jardim limitou-se a prolongar as suas ambições.

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