Sábado, 24 de Maio de 2008

Banksy (IV)

 

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Publicado por José Tomás Costa às 13:36
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6 comentários:
De Teresa a 24 de Maio de 2008 às 16:42
Desta vez nao te vou escrever o comentário em alemao, pois nao sei se falas esta língua. E desculpa pela outra vez.
"Embora seja um artista com ideias bastante contrárias às minhas nao posso deixar de achar piada à sua obra."
O que é que queres dizer com este depoimento, José Tomás?
Eu também acho piada à sua obra, especialmente da cabine telefónica.

Saudacoes artísticas de D´dorf!
De José Tomás Costa a 25 de Maio de 2008 às 12:16
O único alemão que sei apenas dá para agradecer e cumprimentar...
Bansky tem, sem dúvida uma obra fantástica e é já um artista com nome. Mas no fundo ele é um anarquista que não acredita num Estado que procure o bem estar dos seus cidadãos e regule as suas relações. E com isto não concordo. Por isso disse : "Embora seja um artista com ideias bastante contrárias às minhas não posso deixar de achar piada à sua obra."
De BH a 25 de Maio de 2008 às 19:50
E os estados procuram o bem estar dos cidadãos?
E se procuram porque é que estamos neste estado?
Será porque ainda não encontraram?
E se não encontraram será porque não procuravam?
Estado por estado prefiro o bansky. Pelo menos esse está em estado puro.
De José Tomás Costa a 25 de Maio de 2008 às 20:19
Sim. É a vida. Logicamente. Não, muitos séculos de existência deram-nos muitos conhecimentos.
Estas são as minhas respostas, de forma sucinta, às suas perguntas.
Se conhecer a História da Civilização Ocidental vai reparar em duas coisas: sempre o Homem viveu em comunidade e a forma de organização dessa comunidade foi sendo melhorada de século para século até ao momento presente.
Preferindo o Estado de Bansky defende o individualismo na sua forma mais selvagem, um cada um por si. Sem Estado quer também dizer sem subsídio de desemprego, sem pensão de reforma, sem subsídio de inserção, sem Serviço Nacional de Saúde, sem Escolas Públicas. E quando digo sem é mesmo sem, e não cem...
Esse dizer mal por dizer mal, a hipocrisia de um mal agradecido, é o pior defeito do povo português. Não queiramos imitar os defeitos de nossos pais, fiquemo-nos pelas virtudes.
De Ben Hur a 25 de Maio de 2008 às 22:29
Pois é, acertaste José Tomás Costa.
Prefiro a lei da selva. Sempre é melhor do que a nossa selva de lei.
Um abraço.
De Anónimo a 25 de Maio de 2008 às 20:24
Mas ser selvagem "no estado mais puro" já é próprio deste nosso amigo.

Rita M.

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"I should find myself degraded if I descended to finding out if my convictions suited every man in the audience before I uttered them."
John Osborne
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