Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2007

É já amanhã (II)



Associação Portuguesa de Direito do Consumo diz que lei do tabaco é difícil de aplicar
in Público
Publicado por José Tomás Costa às 11:33
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É já amanhã

Amanhã entra em vigor a lei do tabaco.
Um atentado contra a liberdade em nome do novo valor do século XXI: a saúde pública!

É uma injustiça que um proprietário de um café ou restaurante não possa optar entre um estabelecimento para fumadores ou para anti-fumadores. Assim, tanto uns como outros veriam as suas necessidades satisfeitas. Eu posso optar por um bom restaurante com um preço médio acessível ou por um restaurante caro, posso optar por uma tasca típica ou por um restaurante gourmet, porque não optar por um restaurante onde se possa fumar ou por um restaurante onde não se possa fumar? É o novo fundamentalismo da saúde pública, o fundamentalismo anti-tabaco, pró-saladas e anti-fritos que ninguém devia ser obrigado a acatar. No extremo podemos esperar por uma lei que regule aquilo que cada um come, obrigando a comer determinado peso de proteínas fibras e vitaminas por dia!

Entretanto já encontrei um restaurante no Porto onde se pode fumar! O Solar do Pátio.
Publicado por José Tomás Costa às 10:58
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Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

Morreu hoje a última neta de Eça de Queiroz, Emília Eça de Queiroz Cabral


No dia 25 de Novembro de 2006, este blog publicou um extensa entrevista, que achamos oportuno relembrar nesta data.















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Publicado por Afonso Reis Cabral às 22:26
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Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007

Benazir Bhuto, um exemplo de coragem

A líder da oposição paquistanesa, Benazir Bhuto, foi hoje assassinada num ataque suicida contra uma manifestação do seu partido, em Rawalpindi, nos arredores de Islamabade, a capital paquistanesa
Bhuto, que regressara ao Paquistão em Outubro passado após nove anos de exílio, preparava-se para disputar as eleições legislativas de 8 de Janeiro.
A explosão decorreu durante uma acção da campanha eleitoral logo após a intervenção de Benazir, precisamente quando deixava o local.
Há apenas dois meses, quando regressou ao seu país após quase nove anos de exílio, Benazir Butho e a sua comitiva sofreram um violento atentado, que deixou mais de uma centena de mortos.
Publicado por Afonso Reis Cabral às 14:34
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Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Petição contra o Acordo Ortográfico

Deixo aqui o link para uma petição contra o Acordo Ortográfico que vem alterar escandalosamente a maneira de escrever em Português.

Para conhecer melhor o acordo aconselho a leitura do texto de uma outra petição contra o Acordo mas que teve pouco impacto, só tem 412 assinaturas contra 7113 da Petição supra.

Tomámos conhecimento da vontade do governo português de tomar uma decisão acerca do acordo ortográfico da língua portuguesa, assinado em 1990 pelos países de língua oficial portuguesa. Tendo consultado o texto do documento (http://www.necco.ca/faq_acordo_ortografico.htm), não podemos deixar de manifestar o nosso desacordo e a nossa mais profunda indignação acerca das modificações previstas para a ortografia portuguesa que, além de contraditórias, só irão causar mais confusão para quem aprende e, mais importante, fala o português.

O próprio acordo entra em contradição variadas vezes. Está previsto que se retirem os “c’s” e os “p’s” mudos, desprezando a etimologia das palavras, mas também está previsto que se mantenham os “h’s” mudos (“homem”, “harmonia”), devido à etimologia das palavras. Onde está a coerência nisto?

Para além deste facto, a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” mudos irá causar imensa confusão para quem aprende e fala a língua portuguesa em Portugal, visto que vai contra as regras da pronúncia do português nesse país. Isto porque, apesar de não se lerem explicitamente, os “c’s” e os “p’s” são essenciais para indicar a abertura da vogal que lhes precede. Eis alguns exemplos práticos que o demonstram claramente:

• Na palavra “cação”, o primeiro “a” é fechado; lê-se, portanto, “câ-ção”. Na palavra “facção”, o primeiro “a” é aberto pela letra “c” que lhe sucede; lê-se, portanto, “fá-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “facção” como se escreve “cação”: “fação”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “fâ-ção”, visto que não há nenhum “c” que abra a vogal “a”!

• Na palavra “adoçar”, a letra “o” tem o valor de “u”; lê-se, portanto, “a-du-çar”. Na palavra “adopção”, a letra “o” é aberta pela letra “p” que lhe sucede; lê-se, portanto, “a-dó-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “adopção” como se escreve “adoçar”: “adoção”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “a-du-ção”, visto que não há nenhum “p” que abra a vogal “o”!

• Na palavra “tropeção”, a letra “e” é muda; lê-se, portanto, “tru-p’-ção”. Na palavra “inspecção”, a letra “e” é aberta pela letra “c” que lhe sucede; lê-se portanto, “ins-pé-ção”.
Ora, o acordo estabelece que se escreva “inspecção” como se escreve “tropeção”: “inspeção”. Mas nesse caso, qual a pronúncia correcta desta palavra? Segundo as regras da pronúncia do português de Portugal, deveria ler-se “ins-p’-ção”, visto que não há nenhum “c” que abra a vogal “e”!

Evidentemente que poderíamos continuar com um vasto rol de exemplos, mas estes parecem-nos bastante elucidativos das graves consequências que estas modificações irão trazer. É claro que, no Brasil, a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” não trouxe nenhuma consequência, porque os brasileiros abrem naturalmente todas as vogais! Os brasileiros lêem, naturalmente, “cação” como “cá-ção” e “adoçar” como “á-dó-çar”. Mas para os portugueses e também para os africanos dos PALOP e timorenses, que temos tendência para fechar as vogais, necessitamos da presença dos “c’s” e dos “p’s” para que possamos saber como se devem pronunciar essas palavras. (Evidentemente que a eliminação dos “c’s” e dos “p’s” em palavras em que eles não exercem a sua função não causará problemas nestes países – são exemplos as palavras “árctico”, “didáctico” e “óptimo”, em que o uso de acento agudo inutiliza o “c” e o “p”.)

Estranha e injustamente, o acordo só prevê que este sacrifício da pronúncia em primazia da ortografia se dê em Portugal, Timor e nos PALOP. Porque é que não está previsto no acordo que os brasileiros substituam o acento circunflexo das palavras “antônimo”, “tênis”, por acento agudo (“antónimo”, “ténis”)? Porque não é assim que os brasileiros pronunciam. E assim continuamos com duas ortografias diferentes no que concerne a estas palavras. Mas não era precisamente com a dupla ortografia que o acordo vinha acabar? Então e porque é que o acordo cede quando está em jogo a pronúncia brasileira e não cede quando está em jogo a pronúncia portuguesa, africana e timorense? Mais uma vez, onde está a coerência nisto?

A implementação do acordo irá causar ainda outros estranhos fenómenos, tais como a eliminação de certos “c’s” e “p’s” em Portugal, mas que se manterão no Brasil, por serem lá pronunciados. Isto acontece em palavras como “recepção” e “infecção”: escrevem-se assim no Brasil, pois os brasileiros lêem o “p” e o “c”, mas em Portugal passariam a ser escritas “receção” e “infeção” (mais uma vez, contradizendo as regras da pronúncia).

No telejornal do passado dia 27 de Novembro, foi entrevistado um perito brasileiro que se questionava: “Como se escrevem os documentos das Nações Unidas? Em português do Brasil, em que se escreve “teto” sem “c” e “ótimo” sem “p”? Ou em português de Portugal, em que se escreve o “p” e o “c”, mas não se lêem?” As duplas ortografias não existem apenas na língua portuguesa. A língua inglesa tem diferenças de ortografia (naturalmente menos que a língua portuguesa), mas nunca se viu isso como um empecilho, como um defeito do idioma a corrigir a todo o custo. Além do mais, existem profundas diferenças a nível gramatical entre o português de Portugal e o português do Brasil que também se reflectirão na escrita (exemplo: em Portugal escreve-se “Porquê?”; no Brasil escreve-se “Por quê?”). Não só o acordo prevê que continue a existir inúmeras diferenças na ortografia, como irá continuar a haver diferenças na gramática dos dois países, que farão com que continue a ser possível distinguir um texto em português de Portugal e um texto em português do Brasil. Então porquê implementar este acordo se ele não cumpre o seu suposto objectivo, o de unificar as ortografias de todos os países de língua oficial portuguesa?

Através dos vários exemplos apresentados, parece-nos ser bem notório e visível que, ao contrário de facilitar, o acordo só vem dificultar ainda mais o ensino, a divulgação e a própria comunicação em português, além de apresentar absurdas incoerências. Uma língua não se reduz apenas à sua ortografia: há uma série de implicações directa e indirectamente inerentes a esta e que têm uma importância basilar. Se realmente se pretende alterar a ortografia, tem necessariamente de se alterar toda uma série de fundações da língua, isto para não falar na tradição etimológica e nas características próprias e intrínsecas de cada dialecto. A pronúncia é uma das, senão a base mais forte e fundamental de um idioma, e este acordo despreza-a e relega-a para um plano de fundo, pondo em causa toda a estrutura da língua e aumentando o risco do seu desmoronamento.

Pelo exposto, pode concluir-se que, não sendo por razões intrínsecas à própria língua que se promove este acordo, ele parece ter um objectivo simplesmente comercial e diplomático. Será razoável reduzir a língua portuguesa, com a sua riqueza e diversidade próprias, a uma mera moeda de troca?

Solicitamos, pois, que seja suspensa a implementação do referido acordo.
Publicado por José Tomás Costa às 16:38
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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007

Feliz Natal!



Por aqueles dias, saiu um édito da parte de César Augusto, para ser recenseada toda a terra. Este recenseamento foi o primeiro que se fez, sendo Quirínio governador da Síria. E iam todos recensear-se, cada qual à sua própria cidade. Também José, deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e linhagem de David, a fim de recensear-se com Maria, sua mulher, que se encontrava grávida. E quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por não haver para eles lugar na hospedaria.

São Lucas
Publicado por Afonso Reis Cabral às 22:53
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UM POEMA DE NATAL DE GIL VICENTE

BRANCA ESTAIS E COLORADA
Branca estais e colorada
Virgem sagrada

Em Belém, vila de amor,
Da rosa nasceu a flor
Virgem sagrada!

Em Belém, vila de amor,
Nasceu a rosa do rosal,
Virgem sagrada!

Da rosa nasceu a flor,
Para nosso Salvador:
Virgem sagrada!

Nasceu a rosa do rosal,
Deus e homem natural:
Virgem sagrada!
Publicado por José Tomás Costa às 15:42
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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

Boa!

O Conselho Nacional do CDS-PP aprovou quarta-feira, com 91 por cento dos votos, a realização de um referendo em Portugal para ratificar o Tratado de Lisboa, como propôs o líder Paulo Portas.

(...)

Para o líder do partido, Paulo Portas, a realização deste referendo constitui o cumprir de uma promessa eleitoral.

«O CDS tem no seu programa eleitoral um compromisso com a realização de um referendo. Outros podem mudar de opinião! Eu não quero que o CDS seja igual a esses outros, quero que o CDS se distinga por manter a palavra dada e cumprir o seu compromisso», adiantou Portas.

Paulo Portas considera ainda que o primeiro-ministro José Sócrates deve meditar sobre o facto de «poder não vir a cumprir o que prometeu relativamente ao referendo sobre o Tratado Europeu», tal como já fez com os impostos e com o emprego. (...)
in TSF
Publicado por José Tomás Costa às 15:05
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A Personalidade do Ano (II)

TIME's Person of the Year is not and never has been an honor. It is not an endorsement. It is not a popularity contest. At its best, it is a clear-eyed recognition of the world as it is and of the most powerful individuals and forces shaping that world—for better or for worse. It is ultimately about leadership—bold, earth-changing leadership. Putin is not a boy scout. He is not a democrat in any way that the West would define it. He is not a paragon of free speech. He stands, above all, for stability—stability before freedom, stability before choice, stability in a country that has hardly seen it for a hundred years. Whether he becomes more like the man for whom his grandfather prepared blinis—who himself was twice TIME's Person of the Year—or like Peter the Great, the historical figure he most admires; whether he proves to be a reformer or an autocrat who takes Russia back to an era of repression—this we will know only over the next decade. At significant cost to the principles and ideas that free nations prize, he has performed an extraordinary feat of leadership in imposing stability on a nation that has rarely known it and brought Russia back to the table of world power. For that reason, Vladimir Putin is TIME's 2007 Person of the Year.

in TIME
Publicado por José Tomás Costa às 14:32
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Putin, personalidade do ano

Vladimir Putin foi eleito “personalidade do ano” pela revista Times. Sem mais considerações, penso que esta é uma excelente oportunidade para lembrar Anna Politkovskaya, jornalista que denunciou as práticas de Putin e que por isso foi assassinada à porta de sua casa.
Sobre as eleições de 2004 (estes são apenas alguns excertos que seleccionei), escreve Anna Politkovskaya no livro Um Diário Russo:

«Os candidatos que não mereciam a aprovação do Rússia Unida eram espancados por «agressores não identificados» e optavam por abandonar a corrida. A um que prosseguiu a campanha contra um candidato proeminente do Rússia Unida lançaram por duas vezes sacos plásticos com restos humanos pela janela: umas orelhas e um coração.»



«Um dos observadores dos democratas numa assembleia de voto em Arkadak apercebeu-se de que havia pessoas que votavam duas vezes, uma, na cabina, outra, preenchendo um boletim sob a direcção do presidente da comissão eleitoral local. Correu para telefonar para a hotline [linha que recebia denúncias de irregularidades], mas foi arrancado do telefone pelos cabelos.»


«O Liberdade de Expressão foi pouco depois retirado do ar pela estação que o emitia, a NTV, à qual Putin fizera o seguinte comentário: «Quem é que precisa de um talk show de perdedores políticos?» Referia-se, sem dúvida, a Yavlinsky, Nemtsov e outros liberais e democratas vencidos nas eleições.»

Publicado por Afonso Reis Cabral às 08:45
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Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

A Personalidade do Ano


A revista Time nomeou Putin para personalidade do ano. Justificação? O seu "extraordinário trabalho de liderança e por ter sido capaz de dar estabilidade ao país que estava um caos". Não importam os atropelos aos direitos humanos. Os adversários não eram nada de especial, mas preferia a J. K Rowling, autora do Harry Potter a Putin, autor de um regime ditatorial que há pouco tempo prendeu Kasparov, um dos lideres da oposição. Dar estabilidade a um país que estava num caos também o conseguiu Hitler, Mussolini e Lenine. Não quero comparar ditadores mas apenas mostrar a estupidez da justificação. A estabilidade de um país não pode ser feita em detrimento das liberdades individuais...
Publicado por José Tomás Costa às 23:35
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Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

New Jersey, um exemplo para os EUA

Hoje no Correio da Manhã:

«O governador de New Jersey, Jon Corzine, assinou ontem a lei que proclama a abolição da pena de morte naquele estado norte-americano. A presidência portuguesa da União Europeia já saudou “calorosamente” a assinatura da lei.»

Publicado por Afonso Reis Cabral às 09:21
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Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

A destruição continua?

O Bolhão vai ser reabilitado pela empresa holandesa Tramcrone. Pelo que ouvi Rui Rio explicar, o projecto não me parece mal, visto que mantém uma parte para o encantador comércio tradicional. No entanto, estamos a falar do mesmo Rui Rio que nada fez contra o assassinato da Avenida dos Aliados e outras obras que destruíram por completo, ou quase, a alma castiça do Porto. Claro que o Bolhão precisa de obras, também a Avenida dos Aliados precisava – e vejam o que lhe aconteceu! É caso para dizer que foi pior a emenda que o soneto…
O que se passou na Avenida dos Aliados deveria ser usado como exemplo para as gerações futuras. A nossa ânsia absolutamente tacanha de grandes projectos e de grandes arquitectos levou a que a Câmara do Porto aprovasse um projecto conjunto de Souto Moura e Siza Vieira que veio assassinar a antiga e emblemática Avenida, transformando-a num bloco despido de cimento com o ambiente tão acolhedor quanto o de um cemitério. E não estou a exagerar, posso dizer até, no que há de objectivo na subjectividade do gosto, que esta obra nada tem de arte. Deve ter servido de exemplo, pelo menos, à baronesa Carmen Thyssen, que como sabemos decidiu amarrar-se às árvores do Paseo del Prado contra o absurdo da destruição por vir.
O que se passou na Avenida dos Aliados deveria ser usado como exemplo para o mercado do Bolhão. Espero que o anterior local de “abóboras-carneiras” não se transforme numa grande superfície que tolera a custo um mercado excessivamente higienizado e incaracterístico. Como a Avenida de Siza Vieira e Souto Moura.
Publicado por Afonso Reis Cabral às 10:47
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Domingo, 16 de Dezembro de 2007

MBP07 - melhores blogs do ano

Desde o dia 1 de Outubro até 30 de Novembro, o MBP07 promoveu uma votação para os melhores blogs nacionais de 2007. Os resultados foram divulgados no passado dia 15. Como diria o 31 da Armada (3º lugar, parabéns!), vá passear:

1º. Bitaites

2º. Há Vida em Markl

3º. 31 da Armada

4º. Obvious

5º. Peopleware

6º. Os Dias Úteis

7º. Blasfémias

8º. Bola na Área

9º. Reflexões de Um Cão Com Pulgas

10º. Arrastão

11º. O Insurgente

12º. O Corta Fitas

13º. A Causa Foi Modificada

14º. Do Portugal Profundo

15º. Ponto Media

16º. Zero de Conduta

17º. Arcebispo de Cantuária

18º. Abrupto

Publicado por Afonso Reis Cabral às 21:50
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Sábado, 15 de Dezembro de 2007

Pequenos partidos lutam pela existência

Sete partidos políticos com menor expressão eleitoral, reunidos hoje em Lisboa, vão pedir a intervenção do Presidente da República relativamente à notificação do Tribunal Constitucional (TC) que os obriga a provar terem pelo menos 5000 militantes.

Publicado por Afonso Reis Cabral às 21:28
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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

Políticas cheias de nada

Reparo cada vez mais que Sócrates e as suas políticas vivem quase única e exclusivamente do “parecer”, da imagem. Falta, claro, o “ser”.
O Governo lançou um programa de apoio ao arrendamento jovem, com vista a revitalizar os centros e zonas degradadas das cidades - a Iniciativa Porta 65. Sendo uma força de revitalização, os jovens são “factores fundamentais para o desenvolvimento equilibrado das comunidades”. Tudo óptimo, acontece no entanto que o número de apartamentos que cumprem as condições impostas no programa, como constata esta notícia, é absolutamente irrisório. Em Lisboa… 31! No Porto… apenas 1!
Desta maneira, quando um dia for questionado no parlamento sobre o apoio aos jovens, Sócrates poderá recorrer, arrogante e pomposo, à Iniciativa Porta 65, calando assim a fraca oposição que temos.
Em política nem tudo o que parece, é… Sócrates está aí para o provar.
Publicado por Afonso Reis Cabral às 17:49
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

A necessidade aguça o engenho!

(Imagens recebidas por e-mail...)

Publicado por Afonso Reis Cabral às 16:23
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

Ler nos outros

Tem estado genericamente bem Luís Filipe Menezes ao chamar a atenção para o acentuar da insegurança em Portugal. A referência à “obsessão orçamental” não é particularmente feliz (até porque o objectivo de controlo orçamental não tem impedido o governo socialista de aumentar substancialmente a despesa em muitas áreas), mas o tom geral nesta matéria de Menezes é francamente positivo.

Um dos pontos fundamentais para a construção de uma alternativa credível ao PS é ter um discurso e um programa inequívocos em matéria de segurança e ordem pública, que se diferencie claramente do laxismo e impunidade que hoje imperam e cujos resultados estão, infelizmente, cada vez mais à vista de todos.

in O Insurgente
André Azevedo Alves


Publicado por José Tomás Costa às 18:13
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Isto vai de mal a pior

O assassinato de mais um segurança em Gaia, no domingo à noite, eleva para seis o número de vítimas mortais associadas à diversão nocturna na zona do Porto nos últimos quatro meses. A vítima era, aparentemente, o segurança que acompanhava o empresário da noite Aurélio Palha, morto a tiro no final de Agosto.


Publicado por Afonso Reis Cabral às 13:44
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Faça de conta que está em casa

Ontem, depois da Cimeira EU-África, Kadhafi deu uma conferência de imprensa na sua tenda. Depois de uma pergunta desconfortável sobre a democracia na Libia, Kadhafi fugiu às perguntas dos jornalistas portugueses e abandonou a conferência.

Quando os jornalistas portugueses se preparavam para sair, um elemento da comitiva líbia pediu ao repórter de imagem da RTP para ver as imagens que tinha gravado. O elemento da comitiva pegou na câmara e acabou mesmo por tentar desgravar algumas imagens, mas tal foi evitado pelos jornalistas.
in Portugal Diário

Ó Senhor Kadhafi, faça de conta que está em casa.
Publicado por José Tomás Costa às 09:48
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"I should find myself degraded if I descended to finding out if my convictions suited every man in the audience before I uttered them."
John Osborne
in A subject of scandal and concern

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