Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007

Que grande "rentrée"!

Hoje mesmo, Paulo Portas estreia-se com um vídeo, a primeira de muitas intervenções no YouTube e no Sapo Vídeos. Tê-lo-emos não no pequeno, mas no minúsculo ecrã. Para além destes dois clássicos, o CDS-PP estreia-se também na TVNet.
O CDS-PP reentra em grande no ano político. Para um partido que se afirma renovadamente velho, aventurar-se por caminhos inéditos e mexer nessa coisa que é a Internet parece-me um passo ousado e, também, de uma enorme desenvoltura e honestidade.
Porquê?
Eu explico:
Ousado, no que diz respeito aos vídeos, porque para repetir o que já foi visto até à exaustão é preciso, de facto, muita ousadia! Marcelo Rebelo de Sousa e Francisco Louça foram como estrume em excesso: esgotaram o terreno. Agora convém deixá-lo em pousio. Desenvoltura, porque é preciso, de facto, ter vivacidade e um certo impudor para apresentar o velho como novo. De resto, o actual CDS-PP de Paulo Portas é isso mesmo, portanto já têm todo o know-how!
Honestidade, porque é a primeira vez na história da democracia portuguesa que um partido com claras e legítimas ambições políticas destapa o manto que o cobre e mostra a sua verdadeira identidade. Nesta rentrée, ao usar as novas tecnologias como a Internet, o CDS-PP afirma-se clara e inequivocamente um partido virtual!
Publicado por Afonso Reis Cabral às 20:04
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Red Bull Air Race

(foto do site oficial)

Foram hoje os treinos da Red Bull Air Race: mais de 250 mil espectadores. Desta vez não fui, mas amanhã lá estarei. Um autêntico espectáculo, a não perder!
Publicado por Afonso Reis Cabral às 17:14
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Gualter Batista na SICN

Publicado por Afonso Reis Cabral às 00:00
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

O silêncio do poema

(Imagem: Noite estrelada, Van Gogh)

A meio da noite, quando a hora dobra, o vento
É só um suspiro perdido e o calor a memória do sol.
Tristeza, esta noite de olhos quebrados, sem poemas.

Sento-me e desligo o computador, deixo a noite entrar…
As vozes do dia que acabou tentam perturbar a cristalina estabilidade da escuridão,
Tomando de assalto o descanso dos móveis, que estalam.
Sussurrar os segredos do dia é muito alto para esta calma,
De maneira nenhuma posso ouvir o que li nas horas agitadas:
«Morreu tantos de tal às cinco da tarde.»
De maneira nenhuma quero estar ligado à realidade, pelos jornais.

Quero apenas a suavidade da noite, e os seus braços a embalar.
Quero o rugido do mundo silenciado para poder ouvir um apelo que m’incomoda,
Que brota do fundo não sei de onde
Como uma planta nascida na fissura emparedada de uma casa abandonada.
Quero horas calmas.

Quando tudo finalmente adormece, espero que a alada imaginação
Traga claridade ao descanso em que me enterro:
Vejo no escuro o silêncio do poema – a chegar!

Publicado por Afonso Reis Cabral às 09:00
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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007

Inteligência geneticamente modificada?

Estou desolado por não ter visto a entrevista de Gualter Batista à Sic Notícias (dizem que perdi a melhor comédia dos últimos tempos), mas este vídeo no YouTube (via 31 da Armada) serve de consolo…


Publicado por Afonso Reis Cabral às 22:15
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Colete indicado para andar no Porto

Publicado por Afonso Reis Cabral às 22:00
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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007

Kid Nation ou "O Senhor das Moscas Reloaded"



(Fiquei sem palavras, comento depois esta vergonhosa e descarada EXPLORAÇÃO INFANTIL)
Publicado por Afonso Reis Cabral às 21:56
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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007

Sr.ª D.Wiki

A Wikipédia é uma mulher sensível que muda de personalidade conforme os amantes que tem. Uns podem chamar-lhe outros nomes, mas eu prefiro apresentá-la como “mulher liberal.” (Enfim, para bom entendedor meia palavra basta...) Muda conforme a preferência dos seus utentes, mesmo que isso implique contrariar o que já estava estabelecido como certo na sua mente simples.
Ora, esta senhora diz-se “séria”. Desdobrada em personalidades e máscaras, a Wiki (para os amigos, que não é o meu caso) mostra uma máscara em público e coloca outra em privado. Perante os olhos do mundo é, como já a definiram, “senhora dedicada inteiramente à cultura”, “uma mais-valia”, no entanto, quando se vê no recato do lar, transforma-se na mulher lasciva descrita no primeiro parágrafo. Julgava a Wikipédia que conseguia manter esta vida dupla durante tempo indefinido – acontece que não conseguiu. Um sujeito sério, o Wikiscanner, desmascarou brutalmente esta duplicidade hedionda!
Exposta, a Wikipédia tentou dar a volta à situação da maneira típica de quem não tem escapatória: vitimou-se. Pobre desprotegida, só em situações extremas era auxiliada pela mão dura de um padrinho distante! A infância e as origens foram expostas em hasta pública. Bateu com a mão no peito, chorou. Uns acreditaram nela, insurgindo-se contra os utentes que vandalizavam a sua pureza. Outros, mais cépticos, optaram por guardar para si os juízos conjecturados no fundo da alma. Alguns perceberam que não podiam fiar-se numa senhora/mulher com duas vidas, como poderiam confiar na face “séria”, “de cultura”, sabendo da face “oculta”, de “manipulação”? A descoberta fez manchetes e pintou letras berrantes nas páginas de jornais.
Sobreveio a verdade, ao fim e ao cabo: a Wikipédia era afinal uma farsa.
Publicado por Afonso Reis Cabral às 21:30
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Requiem grego



Mais de sessenta mortos em quatro dias d'inferno.
Publicado por Afonso Reis Cabral às 20:59
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Sábado, 25 de Agosto de 2007

Troca de argumentos

Por vezes, na blogosfera, desencadeiam-se trocas de argumentos e discussões entre bloggers. Construtivas ou não, sempre é interessante – por vezes mais divertido do que outra coisa – ver vizinhos a digladiarem-se numa troca de argumentos via net.

Neste caso, Tiago Barbosa Ribeiro, do Kontratempos, escreve um post sobre a recente acção de protesto ambientalista contra o alargamento do aeroporto de Heathrow. Daniel Oliveira, do Arrastão, responde. Tiago Barbosa Ribeiro dá continuação à conversa. Esperam-se novos desenvolvimentos.
Publicado por Afonso Reis Cabral às 22:47
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Mais uma travessura de Chávez...

Chávez quiere sustituir una imagen de la Virgen de Coromoto por un busto del Che Guevara
Publicado por José Tomás Costa às 20:01
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Morreu Eduardo Prado Coelho

Morreu hoje de manhã o escritor, ensaísta e professor Universitário Eduardo Prado Coelho. O Público está de luto, os seus leitores também.
Publicado por Afonso Reis Cabral às 10:59
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Boa fotografia

"Passagem"

"Código de barras"

Zacarias Pereira da Mata, fotógrafo, tem um site. Vale a pena visitar.
Publicado por Afonso Reis Cabral às 10:34
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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007

Outra, desta feita em Londres

(imagem via Gateway Pundit)

Uma horda de ecologistas, em protesto contra o alargamento do aeroporto de Heathrow, invadiu uma empresa israelita das imediações e, com as instalações tomadas, ergueu uma bandeira palestiniana.
Este é o grau zero da inteligência com confusões e violências ideológicas à mistura.
Publicado por Afonso Reis Cabral às 10:06
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Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Queixumes e preguiças

O queixume e a preguiça são doenças crónicas muito nossas, cultivadas e acarinhadas ao longo de 864 anos de história.
Melhor ainda: abala-nos um queixume preguiçoso e sentencioso.
O português senta-se e saem-lhe imediatamente fagulhas contra tudo e contra todos. Isto vai de mal a pior! O Governo, e os políticos!... Merda de país, porque é que eu fui nascer aqui?... O português levanta-se num gesto de revolta para logo se sentar, estafado. Ao lado dele, com mais prudência, perguntam-lhe: Pois, os políticos, sabes como é… Em quem é que votaste nas últimas eleições? O português suspira: Eu?! Isso é lá pra mim! Os outros abanam a cabeça, sorrindo, mas por descargo de consciência perguntam: E a economia, pagas os teus impostos? O português responde: A economia vai mal e eu não contribuo para essa vergonha! O dinheirinho é meu.
No entanto, até chegar a este estado, o português, diamante em bruto, teve que ser lapidado ao longo da vida.
Segunda-feira de manhã, primeiro dia d’aulas da semana. Toca a campainha, mais estridente que nunca. O português diz: Ah… Estou tão cansado. Porque é que isto começa tão cedo? Ainda por cima com aquela mulher a dar aulas. Estou cansado disto tudo! Anos depois, quando finalmente se senta (está sempre sentado, este português…) à secretária para o primeiro dia de trabalho como funcionário público, uma frase emerge lá do fundo, como um vómito: Porque é que se tem de trabalhar até tão tarde? Eventualmente, no meio desta vida tão estafada, o português consegue construir uma família à qual pega o seu cansaço, o queixume por estar cansado e a preguiça exausta de quem faz pouco. (Nos intervalos disto tudo, o português lava as jantes do carro.) Depois reforma-se e finalmente pode descansar, no entanto o banco do jardim onde conversa com os amigos é desconfortável. Não mereço isto! Ao fim de tantos anos de trabalho!... Um outro reformado diz-lhe: Calma, amigo, aquele ali está direitinho. Vamos para lá! O português responde: Ahhh…Deixa estar, talvez amanhã…
Longe de mim querer definir “o português”, mas lá que existe uma camada portuguesa muito caracteristicamente cansada e infrutífera, existe, e é a que telefona para o «Quem Quer Ganha»! Era aqui que eu queria chegar:
- Bom dia Carminda, de onde vem?
(pergunta típica)
- Eu? Do Algarve!
(resposta provável)
- Ah, do Algarve! Fantástico, já fui muito feliz no Algarve, sabia?
(mais do que provável ou típica, esta é reacção inevitável)
- Uma terra muito bonita…
- Mas diga-nos, Carminda, como está?
- Mal!... Sabe como é, este país… Tudo muito mal, uma crise muito grande. Passa-se muito mal, as poupanças não chegam. Eu mais o meu marido e os nossos filhos vivemos muito mal, sabe? É assim a vida num país destes. O que é que se pode fazer, né?
- Se ganhar o prémio o que é que tenciona fazer com o dinheiro?
(O espectador que não conheça o género acima descrito pensa, com todo o direito, que o dinheiro será utilizado para melhorar a vida da pobre Carminda, portuguesa estafada, queixosa e infrutífera. Também eu pensava isso. No entanto, aquela voz fífiada de mulher de meia idade, respondeu o seguinte, toda orgulhosa:)
- Eu? Pois então, vou viajar!
Conclusão: Os portugueses queixam-se de Portugal: Portugal devia queixar-se dos portugueses!
Publicado por Afonso Reis Cabral às 18:34
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Red Bull Air Race

É um autêntico espectáculo e vai estar no Porto dia 1 de Setembro.

Publicado por Afonso Reis Cabral às 14:50
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Até me engasguei com este comunicado perverso


No comunicado divulgado esta quarta-feira pelo grupo ecológico, o Ministro da Agricultura, Jaime Silva, é acusado de não ter iniciado um "debate verdadeiro e participativo" sobre os Organismos Geneticamente Modificados (OGM) e de assumir uma postura ‘pró-OGM’.

O Ministro da Administração Interna também é visado pelos activistas, segundo os quais Rui Pereira pretende apenas criminalizar um grupo que tem por objectivo lançar o debate sobre os transgénicos.

No comunicado, o movimento Verde Eufémia justifica a acção praticada na Herdade da Lameira, em Silves: "Infelizmente esta acção é o que é necessário para despoletar uma discussão sobre os riscos ambientais, sociais e de saúde trazidos pelos transgénicos”.


Publicado por Afonso Reis Cabral às 09:59
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007

O estranho caso de Menezes

Estranho caso, este. No meio de tanta inautenticidade existe apenas uma coisa genuína: a estupidez! Esperava o assessor que as pessoas não percebessem que alguns textos não são de Luís Filipe Menezes? O que é que lhe irá na cabeça, caixa cavernosa cheia d’ecos e silêncios de pura burrice? Copy/paste?! (Ainda por cima da wiki que como enciclopédia é uma mera figura de estilo e um dos sites mais prováveis para a cópia.) Sim, dava um pouco mais de trabalho, mas custava muito ir à Luso-brasileira copiar uns excertozinhos, ou a um livro velhinho e empoeirado escondido no fundo de uma estante?
Não é tudo isto revelador de uma enorme estupidez, desleixo e preguiça? Se nem para enganar têm inteligência, não enganem!

:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Esta esquematização que António Costa Amaral elaborou sobre os posts do blog de Luís Filipe Menezes está simples, bem feita e deve ser consultada.
Publicado por Afonso Reis Cabral às 18:36
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007

Bolhão

O Bolhão, para quem não saiba, é um mercado típico do Porto. Está em vias de ruir, diz-se, mas aguenta-se bem apoiado aos andaimes que lhe fazem de muletas. Está um velho, o Bolhão! Um velho cheio de encantos que a maioria prefere evitar, trocando-o pelos novos, higiénicos e estéreis centros comerciais.
As manhãs de sábado são o dia ideal para o visitar, quando o nevoeiro da cidade se escoa por entre edifícios também eles velhos, apoiados uns aos outros. Mano-a-mano para a eternidade: será que se ouve o murmúrio das suas conversas, o que viram ou ouviram com o passar dos séculos?...
Ao entrar no mercado, um bafo fresco a frutas enlaça-nos para não nos deixar fugir mais. Bancas e casotas dispostas em ordem na desordem de frutas e flores, feijões, nozes, pinhões… Avelã, por si só, como palavra, tem um gosto muito próprio! O voo rasante de uma pomba perturba a tranquilidade do gindungo domado pela ramada e um cacarejar aflito de galinha ritma a marcha ininterrupta que uma codorniz faz à volta da gaiola. Quando as aves tinham gripe (não sei se ainda têm, já que a agenda mediática avançou em frente), as mulheres que me conhecem desde pequeno e que vendem quase tudo desde galinhas paduanas até ovos galados de ganso, passando por ratos-chinos, foram obrigadas a sair. Como sempre, ridículos na nossa histeria, decidimos ser mais papistas do que o papa. As vendedoras foram expulsas mas acabaram por voltar. Voltam sempre: cinquenta anos de trabalho no mesmo sítio falam mais alto.
O peixe é também um ex libris. Uns ainda abrem e fecham a boca, outros limitam-se a estarem mortos com a beleza de quem parece estar vivo. Um sangue muito autêntico escorre em riachos, tendo por jangadas as escamas que brilham ao sol.
Nada substitui esta autenticidade.
As vendedoras, essas, adicionam encanto ao encantamento. Novas ou velhas, filhas ou mães, todas ganham a manha do Bolhão. Genuinamente portuenses, lançam uns “Ó, môr!” de mão na anca, quase dançando com o cliente. Piropos saem de graça, e são sempre fartos, o cliente acaba sempre por se distrair e, sem saber como, leva mais um quilito disto ou daquilo.
O Bolhão é um dos típicos mercados portuenses que, como o nevoeiro, acabará por se diluir. Quando tudo isto acabar, que remédio temos senão ir às grandes superfícies? Lá, os legumes não suscitam prosa nem poesia. Cesário Verde nunca escreveria estes versos sobre a esterilidade dum Continente ou Pingo Doce:

Chegam do gigo emanações sadias,
Oiço um canário – que infantil chilrada! –
Lidam ménages entre as gelosias
E o sol estende, pelas frontarias,
Seus raios de laranja destilada.

E pitoresca e audaz, na sua chita,
O peito erguido, os pulsos nas ilhargas,
Duma desgraçada alegre que me incita,
Ela apregoa, magra, enfezadita,
As suas couves repolhudas, largas.

E como as grossas pernas dum gigante,
Sem tronco, mas atléticas, inteiras,
Carregam sobre a pobre caminhante,
Sobre a verdura rústica, abundante,
Duas frugais abóboras-carneiras.


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Publicado por Afonso Reis Cabral às 22:31
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Gestos destes emocionam-me

O Ministro da Agricultura, Jaime Silva, teve um gesto inédito de bondade: foi ter com o agricultor do campo de milho destruído, avaliou o prejuízo e como se não bastasse ofereceu todo o seu apoio legal para processar os responsáveis. Possivelmente com pancadinhas nas costas, amigável e subserviente, disse ao agricultor lesado que os verdeufémios seriam responsabilizados legalmente. Nunca vi gesto tão bonito por parte de um Ministro! Estou sentido, emocionam-me estes momentos de fraternidade: um socialista a ajudar o oprimido! “Cumpri tudo o que pediram, até tirei um diploma, e fizeram-me isto”, afirmou o agricultor ao seu novo amigo engravatado. Imagino a expressão facial contrita de Jaime Silva, os seus ombros tensos, a sentença afiada na ponta da língua e sinto-me feliz por ter um Ministro que ajuda os injustiçados.
No entanto, algo me incomoda. O bondoso Ministro esqueceu-se de referir quem mais processar. Ter-se-á esquecido, tal a azáfama (caramba: avaliar os estragos, insurgir-se contra os responsáveis, etc.) de referir que o Estado também deve ser processado? Só pode, vindo de um Ministro que teve um gesto tão fraterno como o dele! Uma dúvida não deixa de me corroer o juízo: quando for altura de processar o Estado, será que Jaime Silva se prontifica a prestar apoio legal?...
Publicado por Afonso Reis Cabral às 15:01
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"I should find myself degraded if I descended to finding out if my convictions suited every man in the audience before I uttered them."
John Osborne
in A subject of scandal and concern

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