Quarta-feira, 15 de Novembro de 2006

The New York Times




O jornal «The New York Times» noticiou com grande aparato, no passado dia 23 de Outubro, que a Língua Portuguesa é falada por 230 milhões de pessoas em todo o mundo, mais do que o Italiano, Alemão, Francês ou Japonês. O jornalista A. Alves, do trimensal Poetas & Trovadores escreve sobre o abraço da Língua Portuguesa, enredando o mundo: «Desde Afonso Henriques aos heróis dos Descobrimentos, desde Camões a Pessoa, desde Trás-os-Montes a Timor, do ocidente ao oriente, galgando mares, transportando civilização e cultura, missionando, içando a bandeira, construindo o Império que fomos.»
(Imagem: manuscrito de Fernando Pessoa)
Publicado por Afonso Reis Cabral às 15:24
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8 comentários:
De José António Queiroz a 20 de Novembro de 2006 às 18:53
Meus amigos brasileiros, o que eu tenho para dizer é muito simples. Sou meio brasileiro e meio português, já vivi no Brasil assim como também já vivi em Portugal. Devo admitir que prefiro Portugal. E prefiro Portugal porque é um país bonito, com cultura, bom sustento económico, etc... Mas também prefiro Portugal pelo simples facto de poder andar na rua tranquilo sem ter preocupações do género de me aparecer uma criança de oito anos a apontar-me uma arma à cara para me assaltar, ter a segurança de saber que a policia portuguesa não funciona pelo sistema "pague um café que eu não vi nada". Gosto também de usufruir dos transportes públicos portugueses nos quais uma pessoa é transportada em segurança ao contrário dos brasileiros em que uma pessoa anda em camiões adaptados para autocarros, com a gente lá dentro que nem sardinha em lata e com um motorista que nem dá ares de saber conduzir aquilo.
Sei também que em Portugal não tenho sempre que recorrer a clínicas privadas se algo me acontecer pois sei que há sempre um hospital público para tratar de mim. Também sei que posso por os meu filhos numa escola pública ao contrário do que acontece no Brasil em que se tem que por as crianças em colégios para terem uma educação minimamente decente, sem falar em questões de segurança pois se no Brasil ponho os meus filhos num colégio bom sei que é certo e sabido que eles correm o risco de ser raptados.
Quanto aos 300 anos de ocupação o que eu tenho a dizer é o seguinte: os portugueses não foram assim tão maus ao contrário dos espanhois que matavam tudo o que aparecia à frente sem hesitar. Os portugueses estabeleceram-se, pregaram o cristianismo e exploraram as terras pois era isso que se fazia das colónias.
Ora bem, o Brasil é a única ex-colónia que ainda se queixa dos maus tratos. Porque? Não faço nem ideia.
Despeço-me agora dizendo a todos os brasileiros que queiram sair do 3º mundo que eles serão recebidos em Portugal de braços abertos, desde que não se dediquem à prostituição nem se dirijam logo à fila para receber o subsidio de desemprego, que é isto que tem acontecido.
Um abraço
De Anónimo a 17 de Novembro de 2006 às 19:55
Não querendo especificar muito, vou comentar aqui o que li de forma geral. Os indivíduos brasileiros ( se assim se podem chamar) que tomaram a iniciativa de comentar neste respeitável blog não são nada mais, nada menos que uns pobres de espírito e de massa cinzenta e como maior prova disto temos o facto de terem começado a insultar quem lhes respondeu com muito respeito e com verdades incontestáveis. Não só aqui como noutros blogs os brasileiros têm a mania de vir criticar e insultar o que foi e o que está a ser feito pelos portugueses e isso pode-se explicar com uma palavra muito simples: INVEJA. Neste caso inveja de uma língua falada por 230 M de pessoas, inveja de figuras históricas conhecidas mundialmente, inveja dos escritores portugueses que são igualmente reconhecidos mundialmente e que são considerados não só pelos portugueses mas como por pessoas de outras nacionalidades como génios.
Mas o que revela mais ignorância é mesmo este excerto:
"Pra mim vermes como você deviam ser expulsos do meu Brasil pra nunca mais voltar."
Eu acho que você passou alguns anos no buraco da ignorância porque a realidade vivida é a de que o povo brasileiro está a sair do brasil devido à fraca qualidade de vida e à grande instabilidade política e a vir para Portugal!
De Portuga bom é portuga morto a 16 de Novembro de 2006 às 19:22
Sim, lembrou bem portuga nojento, era habita, não é mais pois os indios nús e inocentes foram todos mortos pelo seu povo porco, fétido, sujo e coberto de roupas encardidas.

Até a chegada dos europeus de verdade, italianos e alemães, esta terra nem podia ser chamada de país tamanha era a destruição e miséria em que o povo se encontrava, graças a esse povo portuga asqueroso.

Somente quando a escória portuga foi expulsa das nossas terras é que o Brasil realmente pode se desenvolver e se tornar um país.

E o que me enoja e envergonha caro verme "Wagner" é um suposto brasileiro que lambe as bolas dessa corja imunda portuga.

Mas você não é brasileiro, é apenas um desses lixos humanos que vão pra favela da europa limpar privadas.

Pra mim vermes como você deviam ser expulsos do meu Brasil pra nunca mais voltar.
De Wagner Silva Andrade a 16 de Novembro de 2006 às 09:20
Joaquim José da Silva Xavier:
Pelas palavra e pelo uso que dela se faz se conhece o nível cultural e civilizacional de alguém. O seu nível simplesmente não existe. Para além da inexistência de qualquer nível cultural e educacional seus modos revelam que é uma criatura infeliz.Lamento-o.
Como brasileiro que sou, tenho vergonha deste seu vómito.
Veja se honra a nossa bandeira - ORDEM E PROGRESSO!
De Afonso Reis Cabral a 16 de Novembro de 2006 às 08:10
Caro Aquele que...

Nem sequer vale a pena responder quando existe um ódio cego e desmedido que se traduz por palavras ofensivas. No entanto, devo lembrar-lhe que antes de Pedro Álvares Cabral a região do Brasil era apenas habitada por índios nus. Penso que por maior que tenha sido a falta de desenvolvimento no Brasil (como afirma tão vorazmente), nunca teriam saído da piroga sem esse «portuga burro» e o povo que o comandou.
Mas olhe, cada um com a sua mania..!
De Aquele que comeu tua mãe bigoduda a 16 de Novembro de 2006 às 06:34
Esses portugas são tão mediocres que vão copiar a idéia brasileira do Museu da Língua Portuguesa. Aliás, uma idéia brasileira muito bem sacada, afinal os museus foram feitos para preservar coisas velhas e mortas como é o caso da língua portuguesa.

Nunca vi uma lista com gente tão chata e imbecil, os livros desses cães sarnentos só servem como sonifero pra ajudar a dormir.

Pode juntar essa cambada toda de vermes portugas que não dá em talento o dedo mindinho de um Machado de Assis ou de um Euclides da Cunha.

Só não temos mais grandes autores porque um certo povo filho da puta, conhecidos como portugas, impediu por mais de 300 anos que a literatura brasileira se desenvolvesse.

Aliás, justiça seja feita, só a literatura não. Foram mais de 300 anos de atraso em todos os sentidos no Brasil, tudo porque um portuga burro que não sabia navegar se perdeu no mar durante uma tempestade e pra nossa infelicidade as ondas acabaram trazendo esses dejetos humanos pra costa da Bahia.

Morte aos portugas porcos comedores de merda e sua língua chiada de cobras! Viva a linda língua brasileira!!!!
De Afonso Reis Cabral a 16 de Novembro de 2006 às 00:07
Caro Joaquim José da Silva Xavier:


Desconheço o motivo para tamanho ódio visceral que nutre pela Língua Portuguesa e pelo país que a fez nascer, que a desenvolveu, que a tem como alma, a Língua Portuguesa falada por 230 milhões (a Língua Portuguesa falada no Brasil). Devo recordar-lhe a inexistência de uma Língua Brasileira, o tal brasileiro que tanto defende. Devo recordar-lhe que é o seu próprio país que assim o afirma de maneira categórica construindo o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo. Devo recordar-lhe nomes que parece propositadamente odiar como Camões, Fernando Pessoa x 3, Eça de Queiroz (estes dois últimos têm uma adoração no Brasil), Camilo Castelo Branco, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Júlio Diniz, Bocage, Antero de Quental, Gil Vicente, Bernardim Ribeiro, Padre António Vieira, José Saramago, Mário de Sá-Carneiro, Pedro Homem de Mello, Sophia de Mello Breyner, Al Berto, Vergílio Ferreira, António Lobo Antunes, António Nobre, António Gedeão, Alexandre O’Neill, José Régio, Cesário Verde, Manuel Alegre, Miguel Torga, Urbano Tavares Rodrigues, Agustina Bessa-Luís, Fernão Lopes, Miguel Torga…
Devo continuar…?
O sotaque brasileiro da Língua Portuguesa é realmente uma pérola harmoniosa, no entanto, o sotaque português é toda uma sinfonia em que se ouvem os brilhos da lua e os mais profundos silêncios d’alma…
Devo dizer-lhe que o seu pretenso Brasileiro, mesmo se existisse, nunca teria visto a luz do dia sem a centelha viva e ardente da Língua Portuguesa?
Devo lembrar-lhe de Pedro Álvares Cabral?
Devo…?
De Joaquim José da Silva Xavier a 15 de Novembro de 2006 às 23:13
«Desde Afonso Henriques aos heróis dos Descobrimentos, desde Camões a Pessoa, desde Trás-os-Montes a Timor, do ocidente ao oriente, galgando mares, transportando civilização e cultura, missionando, içando a bandeira, construindo o Império que fomos.»

A língua referida no New York Times não é a de Afonso Henriques, Camões e muito menos de Pessoa, nem a de Trás-os-Montes e muito menos a de Timor de Leste.

A língua que é mais falada do que o italiano, alemão, francês e japonês é a língua brasileira.

É a língua de de José de Alencar e Mário de Andrade, é a língua do Oiapoque ao Chuí.

A sua língua, a tal língua de Camões, essa coisa horrorosa chiada e sem vogais que vocês portugas, os africanos e os timorenses vomitam de suas bocas, essa língua podre chamada portuguesa não é nada no mundo, absolutamente NADA.

E pra finalizar a única coisa que vocês pilantras portugas transportaram foi sofrimento, corrupção, escravidão, assassinato , estupro, roubo, analfabetismo, proibição de se publicar qualquer jornal ou livro no Brasil por mais de 300 anos, falta de saneamento básico entre outras dádivas que nos foram presenteados por esse país nojento que será amaldiçoado pra sempre, pelo sangue de todos os inocentes mortos, chamado Portugal.

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