O Janelar é um morto de três anos e meio, mas os autores que lhe davam vida continuam a mexer as pernas. Agoram andam por aqui.
O famoso crash de Wall Street ocorreu há 79 anos. Quase oitenta anos depois o PSI 20 fecha a desvalorizar 5,73% abaixo dos seis mil pontos.
Embora a actual crise seja considerada a pior desde a de 1929, a generalidade dos especialista acredita que actualmente os mercados estão melhores preparados para combater a recessão prolongada.


O Janelar faz hoje dois anos de existência virtual! A vida de um blog assemelha-se muito com a vida de um cão: cada ano blogosférico vale por sete anos humanos. Quem anda nisto compreende. São muitas postas, muitos comentários, muitas imagens, muito trabalho. Até parecem catorze anos!...
Um blog de dois anos já vai entrando naquela idade respeitável em que qualquer senhor já permite uma certa indulgência consigo mesmo. Não se esforça tanto, por vezes mete baixa (prefere chamar-lhe “período de reflexão”), e a barriga que entretanto cresceu é um pára-choques para todo e qualquer problema mais ou menos incómodo. E, sobretudo, aos dois anos um Sr.Blog entra em combustão lenta, mas atenção – nunca em rescaldo!
Aqui estamos nós (digo “nós” porque o Tomás finalmente despertou para a crise e para o blog…), dois anos depois, prontos para continuar. Os ritmos mudam, as vidas mudaram, mas o Janelar mantém a sua alma: continuamos uma janela aberta para a “eterna novidade do mundo”, como diria Alberto Caeiro...

No PÚBLICO:
O escritor e jornalista português Dinis Machado, autor entre outras obras de "O Que Diz Molero", morreu hoje, em Lisboa, aos 78 anos de idade.
Segundo a editora Assírio & Alvim, o corpo do escritor ficará ainda hoje em câmara ardente na Igreja da Encarnação ao Chiado, em Lisboa.
Nascido a 21 de Março de 1930, em Lisboa, Dinis Machado foi jornalista desportivo, crítico de cinema e editor da revista de banda desenhada Tintin.
O seu maior êxito como escritor foi o livro "O Que Diz Molero", reeditado em 2007, três décadas depois depois da sua edição original, por ocasião do 77º aniversário do escritor. A sua adaptação ao teatro, pela mão de José Pedro Gomes e António Feio, foi igualmente um sucesso.
Sob o pseudónimo Dennis McShade, Dinis Machado escreveu também entre 1967 e 1968 os romances policiais "Mão direita do Diabo", "Requiem para D. Quixote" e "Mulher e Arma com Guitarra Espanhola" que estão agora a ser reeditados pela Assírio & Alvim.
Nas décadas seguintes escreveu "Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel Garcia Marques" (1984), "Reduto Quase Final" (1989) e "Gráfico de Vendas com Orquídea" (1999), livros que considerou, no entanto, esquecidos pelo público e ignorados pela crítica.
A animação vira-se contra o animador no programa Flash.

Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

Tronco de Bétula.

Não acham este que adagio de Albinoni é um reflexo da perfeição?

Há momentos em que penso que a nossa política não tem remédio: momentos há em que tudo não passa da mais pura “picardia”.
Veja-se o exemplo das críticas recorrentes ao PSD. Com Menezes e o seu aproximar das tão faladas bases, o PSD foi acusado de populismo. Agora, com Manuela Ferreira Leite e a sua tentativa de pôr cada coisa no seu lugar, o PSD é acusado de ter medo de andar entre o povo, como ontem sugeriu Sócrates na rentrée do PS.
Enquanto isto, os portugueses prosseguem caminho, estando-se a marimbar para a aproximação e/ou afastamento do PSD e olhando de lado para um PS que, apesar da crise monetária internacional e da miríade de problemas internos por que passamos, prefere indignar-se e discutir o “casamento” entre “gays”…


Fotos enviadas por um leitor do blog, José Pedro Faustino.
O Janelar recebeu um prémio-em-cadeia pelas mãos de Teresa Hoffbauer, do blog Ematejoca Azul. “Prémio-em-cadeia” é como quem diz “amizades-em-cadeia”, ou “blogs cada vez mais vizinhos”.
Prémios com a importância simbólica deste (uma simples imagenzinha para pendurar ao peito do blog) provam que, ao contrário do que muita gente pensa, a blogosfera não é só um pantanal cheio de crocodilos e outros bichos perigosos, prontos a difamar e a dizer coisíssima nenhuma. Por aqui também há lagos tranquilos e riachos que fluem cheios de interesse, genica e perspicácia.
Muito obrigado à Teresa pela nomeação: a medalha já está pendurada.

E aqui vai outro!


Não deixo de me impressionar com a maravilha tecnológica que é o Acelerador de Partículas. É com um misto de mistério e de curiosidade que sigo os avanços da maior máquina do mundo, que já começou a fazer testes com eficácia.
Ante tamanho empreendimento, pesquisa e aventura, só posso perguntar, atónito: onde chegará a humanidade?
Finalmente alguém se lembrou dos bons alunos. Foi instituído o Dia do Diploma, cerimónia que encerra e reconhece três anos de trabalho, e o prémio para o aluno com melhor média.
É perfeito? Não, nada é perfeito. Poder-se-ia ter em conta outros factores que não a média? Sim, podia. No entanto, esta foi uma das únicas vezes em anos que alguém se lembrou dos bons alunos, esses pobres esforçados que prosseguiam caminho acanhados e quase com vergonha de se destacarem. Não fosse um punhado de bons professores e a marca que esses alunos deixaram seria invisível, contra-senso que faz todo o sentido nesta nossa lógica pós-25 de Abril “pedagogicamente correcta”.
Claro que se levantaram vozes indignadas e sapientes. Não se pode voltar ao pior do fascismo, não se pode pôr cenouras destas à frente dos alunos como incentivo, só faltava agora o regresso dos quadros de honra!
Compreenderia todas as críticas se elas se baseassem no método de escolha dos melhores alunos, que beneficiaria de uma maior gama de itens. Mas não, nada disso. Muitas das críticas atacam unicamente o facto de alguém se destacar com esta medida. Não se admite o destaque porque isso escandaliza a nossa eterna mediocridade e põe em evidência o que é e deve ser evidente: há bons, medianos e maus alunos.
O nosso sistema educativo não aguenta mais experimentalismos, amadorismos, pedagogias mirabolantes e o nivelamento por baixo.

O horror deu-se há sete anos.

Faz hoje 7 anos.
Nélson Évora - MEDALHA DE OURO NO TRIPLO SALTO
com a marca de 17,67

Vanessa Fernandes - MEDALHA DE PRATA TRIATLO

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